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terça-feira, 2 de abril de 2013

PERSEGUIÇÃO ANTICRISTÃ, NOSSA LUTA DIÁRIA, ATÉ CRISTO VOLTAR.

A igreja, que desde sempre prega a separação do homem com as coisas desse mundo para alcançar a vida eterna, tem sofrido constantes ataques e perseguições, por se posicionar contra os diversos estilos de vida, costumes e práticas que ferem os princípios do cristianismo; Essas perseguições são geradas por pessoas que tentam a qualquer custo ganhar voz tanto na mídia quanto no meio político, para daí convencer e impor leis que destroem o conservadorismo a cidadania e a ética, levando a ruína milhares de famílias, que a igreja por muitos anos vem tentando estruturar e salvar deste liberalismo imoral e perverso. 

Diante de tanta polêmica nesses dias atuais gerado por ativistas de diversos seguimentos, contra a “Igreja Evangélica no Brasil”, senti o desejo de trazer um pouco da história vivida pelos cristãos no passado. 

Segue abaixo um breve documentário que fala sobre “PERSEGUIÇÃO” e “MARTÍRIO” que é o ódio sofrido pelos cristãos, uma linguagem muito utilizada hoje em dia para esse tipo de atividade é a “CRISTOFOBIA”, que também se caracteriza como ódio; Estes eventos de perseguição tem início em tempos passados, principalmente pelos imperadores de ROMANOS que eram praticamente todos homossexuais, adúlteros, assassinos, ou a favor destas e outras práticas pecaminosas abomináveis aos olhos de Deus.
 

Um pouco da história da perseguição aos cristãos desde o início dos seculos!


Uma mulher cristã é martirizada sob Nero numa recriação do mito de
Dirce(pintado por Henryk Siemiradzki, 1897, Museu Nacional de Varsóvia).
Perseguição aos cristãos é o nome dado aos maus tratos físicos ou psicológicos, incluindo agressões e assassínios exercidos por não-cristãos sobre cristãos, motivados aos primeiros pela diferente identidade e manifestação religiosas e étnicas dos segundos. Estas perseguições foram levadas a cabo na Antiguidade não somente pelos judeus, de cuja religião o Cristianismo era visto como uma ramificação, mas também pelos imperadores do Império Romano, que controlava grande parte das terras onde o Cristianismo primitivo se distribuía, e onde era considerado uma seita. Tal perseguição pelos imperadores teve fim com a legalização da religião cristã por Constantino I, no início do século IV.

Nos últimos séculos, os cristãos foram perseguidos por outros grupos religiosos, incluindo muçulmanos e hindus, e por Estados ateístas como a União Soviética e República Popular da China.

Perseguições aos cristãos vêm ocorrendo hoje em dezenas de países, como Irã, Uzbequistão, Maldivas e Eritreia, principalmente por parte de fundamentalistas islâmicos, e também Coreia do Norte, e Cuba.

Perseguições narradas no Novo Testamento.


De acordo com o Novo Testamento, a crucificação de Jesus foi autorizada por autoridades romanas e executada por soldados romanos. Há também o registro de que Paulo, em suas viagens missionárias, foi várias vezes preso por autoridades romanas. O texto do Novo Testamento não relata o que aconteceu com Paulo, mas a tradição cristã afirma ter sido ele decapitado em Roma, sob o Imperador Nero no ano de 54.

Perseguição judaica.


O Novo Testamento informa que os cristãos primitivos sofreram perseguição nas mãos das lideranças judaicas de seu tempo, começando pelo próprio Jesus Cristo.

Os primeiros cristãos nasceram e se desenvolveram sob o judaísmo, na medida em que o cristianismo começa como uma seita do judaísmo. As primeiras perseguições judaicas aos cristãos devem ser entendidas, então, como um conflito sectário judeus perseguindo judeus por causa da heterodoxia. Várias outras seitas judaicas da época, no entanto, como os essênios, foram tão heterodoxas quanto a seita cristã.

De acordo com os textos do Novo Testamento, a perseguição aos seguidores de Jesus continuou após a sua morte. O primeiro mártir do cristianismo foi Estêvão (Atos 7:). Os apóstolos Pedro e João foram presos por lideranças judaicas, incluindo o sumo-sacerdote Anás, que os libertou mais tarde (Atos 4:1-21). Numa outra ocasião, todos os apóstolos foram presos pelo sumo-sacerdote e outros saduceus, mas, segundo o relato neotestamentário, teriam sido libertados por um anjo (Atos 5:17-18). Após escaparem, os apóstolos foram novamente capturados pelo Sinédrio, mas, desta vez, Gamaliel  um fariseu bem conhecido da literatura rabínica  convenceu o concílio a libertá-los (Atos 5:27-40).

Perseguição sob o Império Romano.


Cristãos sendo usados como tochas humanas, na perseguição sob Nero,
por Henryk Siemiradzki, Museu Nacional, Cracóvia, Polônia, 1876.
Perseguição sob Nero, 54-68
O primeiro caso documentado de perseguição aos cristãos pelo Império Romano direciona-se a Nero. Em 64, houve o grande incêndio de Roma, destruindo grandes partes da cidade e devastando economicamente a população romana. Nero, cuja sanidade já há muito tempo havia sido posta em questão, era o suspeito de ter intencionalmente ateado fogo. Em seus Annales, Tácito afirma que:


“Para se ver livre do boato, Nero prendeu os culpados e infligiu as mais requintadas torturas em uma classe odiada por suas abominações, chamada cristãos pelo populacho”

Ao associar os cristãos ao terrível incêndio, Nero aumentou ainda mais a suspeita pública já existente e, pode-se dizer, exacerbou as hostilidades contra eles por todo o Império Romano. As formas de execução utilizadas pelos romanos incluíam crucificação e lançamento de cristãos para serem devorados por leões e outras feras selvagens.
Os Annales de Tácito informam:


“.. uma grande multidão foi condenada não apenas pelo crime de incêndio mas por ódio contra a raça humana. E, em suas mortes, eles foram feitos objetos de esporte, pois foram amarrados nos esconderijos de bestas selvagens e feitos em pedaços por cães, ou cravados em cruzes, ou incendiados, e, ao fim do dia, eram queimados para servirem de luz noturna.”

Perseguição até o início do quarto século.


Em meados do século II, não era difícil encontrar grupos tentando apedrejar os cristãos, incentivados, muitas vezes, por seitas rivais. A perseguição em Lyon foi precedida por uma turba violenta que pilhava e apedrejava casas cristãs. Luciano de Samósata fala-nos de um elaborado e bem-sucedido embuste perpetrado por um "profeta" de Asclepius, no Ponto, fazendo uso de uma cobra domesticada. Quando os rumores estavam por desmascarar sua fraude, o espirituoso ensaísta nos informa, sarcasticamente:


“...ele promulgou um edito com o objetivo de assusta-los, dizendo que o Ponto estava cheio de ateus e cristãos que tinham a audácia de pronunciar os mais vis perjúrios sobre ele; a estes, ele os expulsaria com pedras, se quisessem ter seu deus gracioso.”

Luciano de Samósata,

As perseguições estatais seguintes foram inconstantes até o terceiro século, apesar do Apologeticum de Tertuliano  ter sido escrito ostensivamente em defesa de cristãos perseguidos e dirigido aos governantes romanos.
A primeira perseguição que envolveu todo o território imperial aconteceu sob o governo de Maximino, apesar do fato de que apenas o clero tenha sido visado. Foi somente sob Décio, em meados do segundo século, que a perseguição generalizada  tanto ao clero quanto aos leigos  tomou lugar em toda a extensão do Império. Gregório de Tours trata deste tema em sua História dos Francos, escrita no final do século VI:


“Sob o imperador Décio, muitas perseguições se levantaram contra o nome de Cristo, e houve tamanha carnificina de fiéis que eles não podiam ser contados. Bábilas, bispo de Antioquia, com seus três filhos pequenos, Urbano, Prilidan e Epolon, e Sisto, bispo de Roma, Laurêncio, um arquidiácono, e Hipólito tornaram-se perfeitos pelo martírio porque confessaram o nome do Senhor.”

Gregório de Tours,

Apesar de confundir as épocas de perseguição (pois menciona, ao mesmo tempo, personagens que foram martirizados sob Maximino, Valeriano e Décio), o testemunho de Gregório mostra o quanto o tema da perseguição marcou o imaginário da Igreja nos primeiros séculos.

Sob Diocleciano.


A última prece dos mártires cristãos, de Jean-Léon Gérôme (1883).
Perseguição de Diocleciano
O clímax da perseguição se deu sob o governo de Diocleciano e Galério, no final do século terceiro e início do quarto. Esta é considerada a maior de todas as perseguições. Iniciando com uma série de quatro editos proibindo certas práticas cristãs e uma ordem de prisão do clero, a perseguição se intensificou até que se ordenasse a todos os cristãos do Império que sacrificassem aos deuses imperiais (ver: religião na Roma Antiga), sob a pena de execução, caso se recusassem. No entanto, apesar do zelo com que Diocleciano perseguiu os cristãos na parte oriental do Império, seus co-imperadores do lado ocidental não seguiram estritamente seus éditos, o que explica que cristãos da Gália, da Espanha e da Britânia praticamente não tenham sido molestados.

Últimas perseguições e legalização.


No início do quarto século em 210 o imperador Geta mandou perseguir os cristãos, tortura-los e puni-los com morte.
A perseguição continuou até que Constantino I chegasse ao poder e, em 313, legalizasse a religião cristã por meio do Édito de Milão, iniciando-se a Paz na Igreja. Entretanto, foi somente com Teodósio I, no final do século quarto, que o cristianismo se tornaria a religião oficial do Império.
Edward Gibbon, em seu Declínio e Queda do Império Romano, estima que o número de mortos nesta última perseguição tenha chegado a mil e quinhentos, "num sacrifício anual de 150 mártires".


Perseguição fora do Império Romano (até o séc. V).


Entre os persas.

Em virtude das hostilidades entre o Império Romano e o Império Sassânida, os cristãos acabaram por ser perseguidos pelos persas a partir do ano 337, por serem tidos como traidores amigos de uma Roma cada vez mais cristianizada. Em 341, Sapor II ordenou o massacre de todos os cristãos na Pérsia.

Entre os godos.

Nos séculos terceiro e quarto, missionários cristãos (especialmente Ulfilas) levaram muitos godos à conversão ao cristianismo ariano. Isto provocou uma reação em favor da religião gótica. Assim, o rei gótico Atanarico iniciou uma política de perseguição aos cristãos, levando muitos deles à morte.



Perseguição na Idade Média.

Arábia pré-islâmica.


No século VI Dhu Nwas, rei judeu do Himyar (no Yemen), moveu um massacre contra os cristãos da península Arábica em 518 (ou 523) d.C., destruindo as cidades cristãs de Zafar e Najaran e queimando suas igrejas e matando quem não renunciasse ao cristianismo.
O evento diminuiu consideravelmente a população cristã na região, perecendo talvez 20 mil pessoas  e foi lembrada na época de Maomé, sendo referida no Alcorão (al-Buruj:4).


Perseguição na Idade Contemporânea.


Perseguição Hindu aos cristãos da Índia.

Uma menina cristã que foi queimada durante
violência religiosa em Orissa.
Na Índia, há um aumento na quantia de violência perpetrada por Nacionalistas Hindus contra cristãos, reproduzindo os princípios que assentam os conflitos religiosos: duas crenças distintas. o aumento da violência anticristã na Índia tem uma relação direta com a ascendência do Partido Bharatiya Janata (BJP).

Incidentes de violência contra os cristãos têm ocorrido em muitas partes da Índia. É especialmente prevalente nos Estados de Gujarat, Maharashtra, Uttar Pradesh, Madhya Pradesh e Nova Deli. O Vishva Hindu Parishad (VHP), o Bajrang Dal, e os Rashtriya Swayamsevak Sangh (RSS) são as organizações mais responsáveis pela violência contra os cristãos.

Essas organizações, muitas vezes referidas coletivamente sob o nome de sua organização encoberta, o Sangh Parivar e meios de comunicação locais estiveram envolvidos na promoção de propaganda anticristã em Gujarat. O Sangh Parivar e organizações relacionadas afirmaram que a violência é uma expressão de "raiva espontânea" de "vanvasis" contra "conversões forçadas" através de atividades realizadas pelos missionários. Estas alegações foram contestadas pelos cristãos, que as descrevem como uma crença mística e propaganda da parte de Sangh Parivar; tanto mais, que, segundo os cristãos, para Sangh Parivar, todas as conversões são uma "ameaça à unidade nacional".

Fonte: wikipedia



Neste vídeo o professor Olavo Luiz Pimentel de Carvalho, Jornalista e filósofo, comenta sobre a perseguição cristã que está ocorrendo nos nossos dias atuais, e que vem se perpetuando, como já disse, desde o início dos séculos.
video

Para finalizar, logo a baixo trago uma série com 3 vídeos, onde traz um apanhado mundial da degradação humana, desencadeada, por ativistas de diversos seguimentos que são contra o conservadorismo, a boa moral e das raízes da família primitiva.

O que quero mostrar com esses vídeos, é que na tentativa de impedir ou parar o crescimento do evangelho em épocas passadas como citado nos textos acima, nos trouxe uma civilização desestruturada, caótica, individualista, assassina, imoral e sem amor ao próximo, ao contrário de tudo isso, nós cristãos pregamos, amor ao próximo, viver em paz uns com os outros, comunhão com Deus, e a vida eterna!







Abaixo tem um comentário do Jornalista e escritor Reinaldo Azevedo sobre a cristofobia nos dias atuais!




Edu Alves
Viva uma Vida de Renúncia

4 comentários :

  1. Parece até que só os crentes é que sofrem neste mundo, para mim não importa o que passou em tempos passados, o que importa é o agora, o mundo está evoluindo, a população está evoluindo!!!! Se liguem!

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    1. O objetivo deste post, é mostrar um fato ocorrido no passado e tem continuidade até hoje que é a perseguição aos cristãos, várias pessoas de diversos tipos de raças, etnias e defensoras de causas, sofreram perseguição ao longo dos anos, mas por um curto período de tempo; Dizer que a humanidade está em evolução, é pura ignorância, pois se a mesma estivesse evoluindo, teríamos uma sociedade melhor a cada dia que passa.

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  2. Os cristão sempre foram perseguidos e nem por isso ficaram ai querendo mudar as leis do pais para se beneficiarem, muito pelo contrário, só estão tentando fazer com o que esta errado mude, por exemplo, um homem q quer ser mulher e mulher q quer ser homem, isso nunca vai existir, podem até fazer a tal da operação, mas os órgãos interno ñ mudam nunca o que Deus faz é perfeito o homem nunca vai poder mudar isso, podem até tentar, só vão perder tempo! Fica a dica.

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    1. Concordo com você, Deus fez macho e fêmea, ninguém pode mudar isso!

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