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terça-feira, 12 de março de 2013

Violência contra Pr. Marco Feliciano fere a Igreja e o povo de Deus!


É, a briga está cada vês mais feia no senado em brasília em volta das questões que envolve os evangélicos.

Tudo isso por que a bancada evangélica juntamente com o PSC (Partido Social Cristão), defende os interesses das Igrejas que entre esses interesses envolve: direitos das famílias, da boa moral e inspirado nos valores e propósitos do Cristianismo, em busca de uma sociedade justa, solidária e fraterna. O Cristianismo, mais do que uma religião, representa um estado de espírito que não segrega, não exclui nem discrimina. Aceita a todos, independentemente de credo, cor, raça, ideologia, sexo, condição social, política, econômica ou financeira.

Segue um texto de pronunciamento do, "SR. ROMERO JUCÁ (PMDB – RR. Como Líder.)", que me agradou e vale apena compartilhar aqui no blog, esse pronunciamento foi feito no SENADO FEDERAL em 2007, e mostra a importância que a Igreja evangélica tem no meio da sociedade desde aquela época e de sempre, isto serve para mostrar os resultados trazidos pela Igreja e como pessoas que querem o melhor para a humanidade, enxergam o trabalho dos evangélicos. se você quiser ver o texto na integra veja aqui, segue um trecho do texto:


Os evangélicos, em nosso País, prestam um grande serviço, não só no aspecto da fé, não só no sentido de reerguer pessoas que estão no chão; também prestam um grande serviço de ação social, da presença de uma mão amiga, da presença de algo bom, muitas vezes em regiões onde não há nada. Andamos pelas periferias de todas as grandes cidades, e ali pode não haver nada – não há uma agência do Banco do Brasil, não há uma agência da Caixa Econômica, não há uma instituição do Governo –, mas há uma igreja evangélica. E o pastor, naquela Igreja Evangélica, está firme, tentando recuperar as pessoas, pregando valores importantes para nossa sociedade. 
Portanto, precisamos fazer um esforço e uma revolução neste País para resgatar as pessoas que menos têm, as pessoas menos assistidas, as pessoas que estão perdidas, os jovens que estão no caminho das drogas. Vários instrumentos devem ser utilizados nessa luta, mas, sem dúvida alguma, um dos principais é a Igreja Evangélica. São as denominações evangélicas que têm esse compromisso e atuam, muitas vezes, isoladamente, sem o apoio do Poder Público.

O Pastor Marco Feliciano foi indicado pelo seu partido para presidir a Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM) e tem provocado um rebuliço político e social, com manifestações contrárias e de apoio, e um tumulto causado por manifestantes.

Segue uma matéria completa falando sobre os protestos em torno da presidência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM).
Fonte: G1

Após protestos, eleição da Comissão de Direitos Humanos é cancelada
Pastor evangélico, Marco Feliciano foi indicado pelo PSC para presidir.
Presidente da Câmara criticou cancelamento e marcou sessão para quinta. 

Protestos e discursos contra a indicação do deputado Pastor Marco Feliciano (PSC-SP) para o comando da Comissão de Direitos Humanos da Câmara levaram ao cancelamento da reunião desta quarta-feira (6) que elegeria o novo presidente do colegiado. A sessão teve início em meio a palavras de ordem gritadas por manifestantes que ocuparam o plenário da comissão.
Diante do impasse, o presidente da Câmara, deputado Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), convocou uma nova sessão para esta quinta-feira (7), na tentativa de concluir a escolha do presidente do colegiado.

Pastor da igreja Assembleia de Deus, o deputado causou polêmica em 2011, quando fez declarações polêmicas em sua conta no microblog Twitter sobre africanos e homossexuais.
"Sobre o continente africano repousa a maldição do paganismo, ocultismo, misérias, doenças oriundas de lá: ebola, Aids, fome... Etc", escreveu o deputado na ocasião.
Ele também havia publicado na rede social que "a podridão dos sentimentos dos homoafetivos leva ao ódio, ao crime e à rejeição".
Após o cancelamento da eleição, o líder do PSC, André Moura (SE), reuniu-se no gabinete da presidência da Câmara com Henrique Alves. Ao final do encontro a portas fechadas, o chefe da casa legislativa anunciou o agendamento de nova sessão dos Direitos Humanos para a manhã desta quinta.
Em entrevista à imprensa, Henrique Alves criticou a forma como os militantes de direitos humanos impediram a eleição do novo dirigente do colegiado.
“Os parlamentares que forem contrários podem se ausentar ou votar contra, mas não realizar o que foi realizado. A democracia exige ordem. É uma indicação que tem que ser respeitada. Assim, nós faremos amanhã [quinta], às 9h, reunião para eleger o presidente da comissão.”
O líder do PSC afirmou que a candidatura de Feliciano não será retirada para atender aos apelos dos militantes ligados à bandeira de direitos humanos. “Está mantida a candidatura do deputado Marco Feliciano. É uma decisão da bancada, do partido. Ele é de nossa inteira confiança. Ele está sendo julgado de forma antecipada. O fato de ele defender determinadas bandeiras não significa que ele, como presidente da comissão, vá trabalhar de forma tendenciosa”, enfatizou.
No momento em que Feliciano foi anunciado pelo atual presidente da Comissão de Direitos Humanos, deputado Domingos Dutra (PT-MA), como o nome escolhido pelo PSC para substituí-lo, os manifestantes começaram a vaiá-lo ao som de palavra de ordem, como “fora, fora, fora”.

Manifestantes protestam contra eleição de deputado pastor do PSC para a presidência da Comissão de Direitos Humanos da Câmara (Foto: Murilo Salviano/ G1)
Integrantes da comissão contrários à indicação do pastor discursaram para tentar convencer o PSC a escolher outro nome para o comando do colegiado.
Por acordo entre os líderes das bancadas da Câmara, a presidência dessa comissão foi entregue ao PSC na última semana. O PT, sigla que presidiu o colegiado em 2012, abriu mão da estrutura em troca da comissão de Relações Exteriores.
Nesta terça, os deputados do PSC decidiram chancelar a indicação de Feliciano para o posto. Por isso, ele era candidato único na eleição desta quarta.
“Penso que a candidatura posta está contra a função precípua da comissão, posto que o pastor, que tem a candidatura posta, tem declarações inequivocamente preconceituosas e racistas”, afirmou a deputada Erika Kokay (PT-DF).
O líder do PSOL, deputado Ivan Valente (SP), afirmou que a comissão não teria condições políticas de funcionar caso Feliciano fosse eleito. “Essa comissão trata de questões sobre direitos inalienáveis. Luta contra o preconceito, contra o racismo. A comissão precisa ter alguém que represente esses valores. A manutenção do nome do deputado Feliciano é uma radicalização inaceitável”, discursou.
Na tentativa de inviabilizar a votação, os manifestantes que assistiam a sessão as intervenções dos parlamentares a cada momento com aplausos e vaias.
Opositores de Feliciano chegaram a sugerir que a deputada Antônia Lúcia (PSC-AC) registrasse uma candidatura avulsa, no entanto, diante da pressão da liderança do PSC, ela anunciou que não poderia se contrapor à decisão do partido. O líder da sigla, inclusive, levantou-se para pedir que a deputada anunciasse no microfone que não seria candidata. 
“Me sinto publicamente humilhada pelo meu partido. Os deputados resolveram me escolher como alternativa sem combinar comigo e o meu partido se opôs. Acho que é machismo. Vou ver agora o que aconteceu”, afirmou Antônio Lúcia ao G1 ao deixar a comissão.
O anúncio de que não se candidataria à presidência do colegiado provocou nova gritaria na comissão e protestos dos manifestantes. Vários deputados sugeriram a suspensão da reunião. Diante do clima de protestos, o deputado Domingos Dutra decidiu cancelar a sessão, sem remarcar nova reunião para a escolha do presidente.
“Pela credibilidade do Parlamento, eu vou suspender a sessão”, afirmou.
O presidente da comissão precisa ser escolhido por 10 dos 18 membros da comissão. Parlamentares contrários à indicação tinham planejado se abster de votar para que Feliciano não obtivesse 10 votos.
Novos protestos
Os manifestantes afirmaram que voltarão a realizar protestos caso o nome de Feliciano seja mantido. “A nossa crítica não é só ao parlamentar, que é um pastor com posições homofóbicas, racistas, contrárias à pauta de Direitos Humanos. Mas também a toda plataforma desse partido", afirmou a cientista política Kauara Rodrigues, que também é assessora técnica do Cfemea, organização não-governamental que luta pelo direito das mulheres.
O deputado Jean Wyllys (Psol-RJ)  afirmou que uma estratégia do partido é esvaziar a sessão para que Feliciano não consiga 10 votos.

"Sou radicalmente contra, não voto nele, fiz a articulação com os deputados pra que a gente esvaziasse a comissão pra ele não ter maioria, pra não legitimar a eleição dele. E minha questão não é pessoal. É política. Não é pelo fato dele ser pastor. Se ele fosse um pastor identificado com a luta das minorias, eu não faria oposição. O problema não está no cristianismo, nem dele ser pastor. Mas no fato dele ser racista, homofóbico e contrário aos direitos das minorias", afirmou o deputado

Veja também:
PASTOR MARCO FELICIANO, ACABA DE SE ELEITO PRESIDENTE DO CDHM.


Ontem dia 10/03/2013 para quem não sabe, no Rio de Janeiro, se comemora o "Dia Estadual da Consciência Evangélica" mas é uma data que é nacional, pois se trata do dia em que foi celebrado o primeiro culto no brasil em 10 de março de 1557, é triste saber que justamente nesse dia a Igreja do pastor Marco Feliciano sofreu uma manifestação orquestrada por militantes LGBT, foi uma noite orrível, O Pr Marco Feliciano encontrava-se em uma de suas Igrejas em Franca, SP, pregando a palavra de Deus, quando manifestantes ligados a movimentos gays, realizaram O que  foi descrito como: algazarras e bagunça,  na frente da igreja tentando inclusive invadir o templo.

O Pastor Marco Feliciano estava acompanhado de sua família, inclusive com suas crianças que aos choros se apavoraram quando os manifestantes atacaram o carro onde estavam.

“Repudio" qualquer ato de violência e rogo a oração das igrejas para que tenhamos Paz”. retrucou Feliciano.
Em resposta o Ministério do pastor Marco postou um vídeo conclamando o povo de Deus para orar em prol da Igreja evangélica e do povo Cristão.

Veja o vídeo:

Povo de Deus, pode estar se levantando no Brasil um grande movimento contra a Igreja Cristã, mas peço a todos que fiquem firme na fé em Jesus, pois a recompensa é uma coroa de glória!!

Seja uma benção, viva uma Vida de Renúncia!

Edu Alves.

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